quarta-feira, 16 de março de 2011

Atenção e Cuidados com a Terceira Pálpebra do Seu Gatinho

Normal...Essa pele branca é a terceira pálpebra e serve como proteção adicional aos olhos.
Em siameses ela é mais proeminente do que em outras raças... é comum que em alguns períodos
do dia ( principalmente depois que ele acorda) ela fique bem visível, ou às vezes, quando ficam
querendo fazer charminho... Existem algumas doenças que acometem a terceira pálpebra...
se seu gato está enxergando normalmente e ela não está vermelha ou inchada ou com um ponto
vermelho nela, não tem nenhum problema. Se ele apresentar algum dos
sintomas acima é melhor levar ao vet!

Como é bom ter uma casa...uma família.. Jamais Abandone Seu Animal!!!

terça-feira, 8 de março de 2011

Desejamos um futuro suave e feliz paras a fêmeas de todas as espécies.

Fotógrafa flagra pinguim na Antártida com mancha em formato de coração

Fotógrafa flagra pinguim na Antártida com mancha em formato de coração.

Um filhote de pinguim imperador foi flagrado, na Antártida, pela fotógrafa Sue Flood, com uma mancha branca em formato de coração em sua plumagem no peito. É uma formação natural, devido à troca de suas penas, que no caso desse filhote, foi abençoada pela Mãe Natureza, como informou o Daily Mail.


Reprodução do Daily Mail
A premiada fotógrafa e cineasta da vida selvagem Sue Flood disse que nos 20 anos em que faz fotos no Ártico e na Antártida, e em mais de 30 viagens para as planícies congeladas, nunca tinha visto um pinguim com uma mancha semelhante.
“Tirei a foto num momento em que os pinguins estavam trocando suas plumagens, deixando as de filhote para as de adultos. Este é um em um milhão e em todo o meu tempo como fotógrafa, ele é o único que eu vi com uma plumagem como esta forma – quando eu vi, eu simplesmente não podia acreditar”, diz Sue em reportagem do Daily Mail.
O pinguim imperador é o mais pesado e mais alto de todas as espécies vivas de pinguins. Ele pode permanecer submerso por até 18 minutos, mergulhando a uma profundidade de 535m e é capaz de reduzir o seu metabolismo e desligar as funções dos órgãos não essenciais, a fim de fazer isso.




segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Castração é considerada solução para abandono e maus-tratos

14 de fevereiro de 2011

Castração. Esta parece ser a palavra-chave para combater de forma eficiente o aumento preocupante da população de animais de estimação. Pelo menos é o que afirmam veterinários e outros profissionais ligados diretamente ao mundo animal.
A redução da quantidade de animais, segundo esses profissionais, seria a principal solução contra o crescente número de abandonos e maus-tratos. Consequentemente, reduziria também a presença dos animais nas ruas, causando, assim, menos risco de disseminação de doenças transmissíveis, como leishmaniose, raiva e leptospirose, entre outras.
Além disso, a castração torna mais tranquila a convivência dos humanos com os animais. De acordo com a veterinária Ana Lúcia Geraldi, ela reduz em 99% as visitas às clínicas especializadas.
Outra vantagem da castração apontada por ela é a ausência do cio – período em que se dá o acasalamento da fêmea. Com isso, acabam as “escapadas” de gatas, cadelas e outras espécies, reduzindo a possibilidade de atropelamentos. Sem cio, a fêmea passa mais tempo dentro de casa.
Segundo Ana Lúcia, o risco de tumor no útero e no ovário diminui cerca de 80%. Da mesma forma que reduz em chances de tumor nas mamas. Um macho castrado também fica mais caseiro. Seu apetite sexual diminui e o costume de demarcar terreno urinando em vários pontos praticamente desaparece.
A esteticista canina e ativista da Organização Não Governamental (ONG) Naturae Vitae, de Bauru, Leandra Marquezini Bomfim, é outra incentivadora da castração. Ela argumenta que é bastante comum saber de crias inteiras que são jogadas em rios, abandonadas em matagal e em beiras de estradas, para citar apenas os tipos de descartes mais comuns. Os felinos são as principais vítimas, uma vez que uma gata é capaz de reproduzir a cada dois meses, em média. Pode ocorrer de a fêmea iniciar nova gestação mesmo durante a amamentação dos filhotes que acabaram de nascer.
Segundo Leandra, a castração de um animal é um procedimento simples que consiste na retirada do útero, trompas e ovários, no caso das fêmeas. Nos machos, são retirados os testículos.
A cirurgia é feita com anestesia geral. Apesar de simples, ela deve ser executada apenas por veterinários. Em torno de uma semana, o animal estará totalmente recuperado. De acordo com orientação profissional, a castração dos animais pode ser feita a partir dos 2 meses de idade. Para as fêmeas é recomendado castrar antes do primeiro cio.
O procedimento é cercado de mitos, segundo a Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (Arca Brasil). E um deles seria a afirmação de que castração engorda.
Segundo a associação, o animal não engorda devido à castração e sim pela diminuição de suas atividades físicas, necessitando, portanto, de mais exercícios. Outro mito, segundo a Arca, é dizer que os animais castrados perdem o instinto de proteger seu território. De acordo com a entidade, a afirmação é falsa.

Fonte: JCnet

sábado, 22 de janeiro de 2011

Até quando iremos ignorar esse problema?!!!

Ex-voluntário da Suipa faz severas críticas às entidades protetoras de animais..  

24 de maio de 2010

O leitor Luciano Netto Boiteux enviou um e-mail à redação do Jornal O Globo no qual relata suas experiências como voluntário na Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) de 1998 a 2004 e faz severas críticas às instituições e abrigos de animais : 
"Nunca presenciei um caso voluntário de maus-tratos, e posso garantir que Izabel Cristina Nascimento, presidente da entidade, é uma pessoa honesta e que ama verdadeiramente aqueles animais e, que todas as instituições e abrigos, inclusive a Suipa,  fazem até hoje, o trabalho que o Centro de Controle de Zoonoses deveria fazer: receber os animais e colocá-los para adoção."
Luciano diz que o grande problema são as péssimas condições de vida dos animais que vivem nesses abrigos. Os animais vivem juntos, e atacam – e matam – aqueles que não podem ser subjugados. É um ato extremamente cruel colocar um cãozinho ou um gatinho abandonado em um local com 300, 500 animais que não o conhecem e não estão dispostos a tolerar sua presença. Ele acaba morto. "Alguns morrem – literalmente – de medo, antes mesmo de serem retirados do carrinho que os leva para dentro do abrigo. Acredito e defendo a eutanásia (química, realizada por um veterinário) – tanto em seres humanos quanto em animais – como um ato de amor, quando não há mais possibilidades de uma vida feliz. Qual a diferença entre matar e deixar morrer? Nenhuma. De nada adianta pregar a não eutanásia e permitir que um animal mate o outro dentro do canil. O sofrimento da morte por ataque, na qual o cão é dilacerado por seus companheiros de “cela”, é enorme. Acredito que o nome da entidade deva representar o bem, a vida. Hoje, temos um campo de concentração, nos moldes de qualquer presídio, destes que vemos na TV quase toda noite. A grande diferença é que os “hóspedes”, os segregados, são vítimas. São seres vivos que, por um motivo ou por outro (fútil na grande maioria das vezes), foram abandonados pelas pessoas a quem dedicavam suas vidas. Estão ali, salvo raríssimas excessões, à espera da morte, quando na verdade deveriam estar apenas de passagem, à espera de uma nova chance, de uma nova vida.."
Com informações de O Globo
Nota da Redação: Uma parte dos problemas enfrentados pela Suipa e de todas as outras entidades de proteção pode ser resolvido por meio da conscientização a favor da guarda responsável e programas de castração e adoção, e não pela eutanásia, como afirma Luciano Netto.
Muitas das entidades responsáveis pelo recolhimento e assistência a animais abandonados passam por problemas, justamente porque a demanda de animais sempre é maior do que a estrutura dos lugares pode suportar. Caso essas denúncias sejam verídicas, as autoridades competentes devem ser acionadas para que o sofrimento não se perpetue entre esses animais já tão castigados. Solucionar essas defasagens passa por uma postura mais atuante das autoridades públicas junto a essa triste realidade enfrentada pelo animais que não têm um lar. Isso faz com que a população se torne mais consciente acerca dos males causados a um cão ou gato deixados na rua, desafogando, consequentemente, essas entidades que tentam suprir o que os demais setores da sociedade ficam devendo.

Declaração Universal dos Direitos dos Animais

PREÂMBULO


Considerando que todo o animal possui direitos.

Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza.

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo.

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros. Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante.

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais.


PROCLAMA-SE O SEGUINTE:

Artigo 1º

Todos os animais nascem iguais diante da vida e têm o mesmo direito a existência.


Artigo 2º

     a) Cada animal tem direito ao respeito.
   b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou explorá-los, violando esse direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais.
     c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à proteção do homem.


Artigo 3º

     a) Nenhum animal será submetido a maltrato e atos cruéis.
     b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.


Artigo 4º

     a) Cada animal que pertence a uma espécie selvagem tem o direito de viver no seu ambiente natural terrestre, aéreo e aquático e tem o direito de reproduzir-se.
     b) A privação de liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a esse direito.


Artigo 5º

     a) Cada animal pertencente a uma espécie, que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade que são próprias de sua espécie.
     b) Toda modificação imposta pelo homem para fins mercantis é contrária a este direito.


Artigo 6º

     a) Cada animal que o homem escolher para companheiro tem direito a uma duração de vida conforme sua natural longevidade.
     b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.


Artigo 7º

Cada animal que trabalha tem o direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade do trabalho, a uma alimentação adequada e ao repouso.


Artigo 8º

     a) A experimentação animal, que implica em sofrimento físico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra.
     b) As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.


Artigo 9º

No caso do animal ser criado para servir de alimentação, deve ser nutrido, alojado, transportado e morto sem que para ele resulte ansiedade ou dor.


Artigo 10º

Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem. A exibição de animais e os espetáculos que utilizam animais são incompatíveis com a dignidade do animal.


Artigo 11º

O ato que leva à morte de um animal sem necessidade é um biocídio, um delito contra a vida.


Artigo 12º

    a) Cada ato que leva à morte um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um delito contra a espécie.
    b) O aniquilamento e a destruição do meio ambiente natural levam ao genocídio.


Artigo 13º

     a) O animal morto deve ser tratado com respeito.
     b) As cenas de violência de que os animais são vítimas devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham por fim mostrar um atentado aos direitos do animal.


Artigo 14º

     a) As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.

"Não há diferenças fundamentais entre o homem e os animais nas suas faculdades mentais... Os animais, como os homens, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento."

Charles Darwin